Curiosidades e Notícias:
| Zoomlion lança guindastes de esteira |
A empresa chinesa Zoomlion iniciou a produção em sua planta de guindastes de esteira (crawler) em Changsha, província de Hunan, dia 22/05/09, com valor investido de U$ 44 milhões. A planta recebeu o nome de "Parque Ligu de Guindastes de Esteira" e tem a capacidade de produção de 100 guindastes de grande capacidade anualmente.
De acordo com a Zoomlion Heavy Industry Science & Technology Development Co. (Zoomlion Indústria Pesada, Ciência e Desenvolvimento Tecnológico) a planta inclui uma avançada linha de revestimento e pintura bem como a linha de montagem. A Zoomlion acredita que esta planta de guindastes de esteira produzirá guindastes tão avançados como os melhores em todo mundo.

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| Hotel fica no alto do guindaste e tem fila de espera |
por Época NEGÓCIOS Online
http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/1,,EMI66592-16353,00.html?preview=S
O marketing do Hotel Crane, no porto de Harlingen, na Holanda, é simples: um quarto sem igual com vista para o mar. O quarto em questão fica em um guindaste do porto, com direito a decoração moderna e café da manhã holandês. E além de pagar caro pela chance de dormir quase 18 metros do nível do chão, o visitante pode “balançar” o quarto, se quiser.
A proposta do empresário Gosse Beerda virou sensação entre aqueles que buscam novidades no mercado hoteleiro. Há 12 anos, o porto de Harlingen era um escoadouro de madeira, mas acabou desativado com a construção de um porto industrial ali próximo. Sem uso, o espaço foi comprado há alguns anos pelo “visionário”, que decidiu usar o material existente para fazer seu “complexo hoteleiro”.

O visitante tem três opções no porto: pode se hospedar no farol, no guindaste ou no barco salva-vidas. O mais procurado tem sido o quarto no farol, que tem fila de espera de um ano. Mas o guindaste é, de longe, o mais desafiador e o que melhor se encaixa no conceito de “único” sonhado pelo empresário.
O quarto no guindaste fica a quase 18 metros do chão. Para chegar até lá, são dois elevadores: um para levar os visitantes até o nível da plataforma entre as pernas do guindaste, e o segundo que vai até a antiga casa das máquinas, agora um quarto com cama de casal, cadeiras Charles Eames, mesa, chuveiro e TV de plasma. E com uma vista de fazer inveja a qualquer hotel, acompanhando a passagem dos transatlânticos.
Os mais aventureiros podem, inclusive, se dirigir à sala de controle e com algumas coordenadas “movimentar” o quarto de lugar, balançando em um ângulo de até 360 graus.
O café da manhã sobe até o quarto diariamente pelo elevador. Se o tempo estiver bom, é possível fazer as refeições no pátio a céu aberto.
O Hotel Crane, como foi batizado, tem fila de espera de oito meses. A diária tanto no guindaste quanto no farol custam 319 euros, o equivalente a R$ 960. |
| Jantar pendurado em um guindaste |
A praça Charles Miller, no Pacaembu, será o primeiro local do Brasil a receber o Dinner in the Sky.
Em julho, um guindaste vai içar um mini restaurante com mesa para 20 pessoas e esses privilegiados, que estarão pendurados a 50 m de altura, vão experimentar pratos de chefs famosos.
Todos os participantes (que pagarão preço ainda não estipulado pelos organizadores) deverão usar cinto de segurança durante todo o jantar. A paisagem que eles poderão ver inclui boa parte do Estádio do Pacaembu e as belas casas que existem por ali.
A empresa Dinner in the Sky ainda pesquisa qual chef terá seus pratos servidos lá em cima e não tem a data correta para que isso aconteça.
A ideia surgiu em Bruxelas e já foi implantada em outras cidades como Barcelona, Budapeste, Istambul, Las Vegas e Toronto.
Apesar do nome (dinner, que significa jantar) a tecnologia permite outros tipos de eventos nas alturas – como shows, almoços e casamentos, por exemplo. Em um deles, os noivos finalizaram a cerimônia pulando de bungee jump e se beijaram no ar.
Mais fotos e informações no site http://www.dinnerinthesky.com/

Esta idéia ainda está iniciando no Brasil, conte com a Transpi para fazer seu evento no céu.
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| A importância da vistoria na escolha do guindaste certo. |
Esta sequência de imagens mostra porque é importante uma vistoria para determinar qual equipamento utilizar. Pelo tipo do equipamento, este acidente deve ter ocorrido na Europa ou Estados Unidos.





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| Os dois maiores guindastes do mundo |
O Saipem 7000 é o segundo maior guindaste do mundo. Cada um dos seus 2 guindastes pode erguer uma carga máxima de 7000 toneladas e trabalhando em conjunto, podem erguer uma carga de 14000 toneladas. É montado em um navio e pertence a companhia italiana de construção off-shore Saipem.

O SSCV Thialf (Semi-Submersible Crane Vessel Thialf) é o maior guindaste do mundo. Cada um dos 2 guindastes pode erguer uma carga máxima de 7100 toneladas e trabalhando em conjunto, podem erguer uma carga de 14200 toneladas. É montado em um navio e pertence a companhia holandesa de construção off-shore Heerema.



Ambos os navios são submersíveis e possuem um sistema de posicionamento dinâmico, que usando GPS e hélices que giram 360º, conseguem manter o navio parado independente das condições do mar.
Juntos, o SSCV Thialf e o Saipem 7000 poderiam erguer uma pilha com 680 Boeing 737-800.
Ambos são usado na construção de pontes, portos e principalmente na montagem de plataformas de petróleo e gás natural.
Maiores informações no Wikipedia:
Saipem 7000
Thialf |
| História e curiosidades sobre o Guindaste - extraído na íntegra do site http://www.mundofisico.joinville.udesc.br/index.php?idSecao=3&idSubSecao=&idTexto=112 |
O Guindaste
A mecânica de uma ferramenta muito antiga
Por Luciano Camargo Martins - dfi2lcm@joinville.udesc.br
O guindaste é provavelmente invenção grega ou romana, da qual não existem registros anteriores ao século I a.C. Os grandes monumentos de pedra anteriores a essa época - as pirâmides do Egito, por exemplo - foram edificados sem auxílio de nenhum mecanismo de suspensão
A maior parte do conhecimento sobre os guindastes antigos vem dos escritos do arquiteto romano Vitrúvio (século I a.C.) e de Héron de Alexandria (século I d.C.). O mais simples dos guindastes descritos compunha-se apenas de uma única estaca fincada no chão, que era erguida e sustentada por um par de cabos amarrados em sua extremidade superior. Em seu topo, prendia-se a roldana por onde corria a corda utilizada para suspender os materiais. Essa corda era normalmente operada por um molinete fixo num dos lados da estaca, junto à base.
Os guindastes romanos apresentavam sérias limitações. Apesar de a carga poder ser levantada verticalmente, o ângulo em que ela podia girar, à direita ou à esquerda, sem o guindaste se desequilibrar, era muito restrito. Além disso, só poderia ser erguida até a altura das estacas. Outro problema era a imobilidade do equipamento, que precisava ser desmontado a cada etapa da construção. Os construtores medievais conseguiram superar a maioria desses problemas.
A força humana - utilizada para fazer funcionar o molinete - permaneceu insubstituível até o advento das máquinas a vapor.
Embora exista uma grande variedade de guindastes em uso, essas máquinas podem ser divididas em dois grupos principais: os guindastes de ponta e os de lança. Qualquer modelo, porém, utiliza numerosos acessórios para os trabalhos de suspensão: nos ganchos de aço adaptam-se redes, tramas, cordas, cabos de aço, etc. Para operar com materiais a granel, de pequeno porte, mas soltos e em grande quantidade (tais como minérios ou grãos), os guindastes são equipados com uma garra (ou concha) composta de duas mandíbulas articuladas.
O funcionamento de um guindaste depende de uma relação matemática entre a força utilizável no gabo de aço e o ângulo em que se encontra o material a ser erguido. A segurança de toda a operação, bem como a capacidade da máquina, subordinam-se sempre a essa relação matemática.
Os modelos mais indicados para uso interno em grandes galpões, tais como os de oficinas de usinagem, usinas siderúrgicas e outros tipos de fábricas, são os elétricos de ponte rolante. O guindaste propriamente dito movimenta-se de um lado para o outro sobre uma ponte que atravessa toda a largura da área de trabalho.
Ao contrário dos guindastes de ponte tradicionais, os de lança são quase sempre autônomos, destinados à utilização ao ar livre e impulsionados por motores diesel, ao invés de elétricos. A lança oferece grande mobilidade para realizar as operações, porque tanto pode ser erguida ou baixada verticalmente quanto girar horizontalmente, em círculo, acompanhando sua superestrutura.
Em quase todos os modelos de guindaste, a maior parte da ação de levantamento de carga é executada por um ou mais cabos de aço que se enrolam em um tambor situado dentro da superestrutura.
Quando o solo é plano e firme, os guindastes de lança movimentam-se usualmente sobre pneumáticos. Em solos instáveis ou irregulares, porém, costumam apoiar-se sobre esteiras, como as dos tanques militares.
Importante para todos os tipos de guindastes, o problema do equilíbrio torna-se crítico nos modelos de torre, muito empregados na construção civil. Sua torre serve de suporte para um braço horizontal que se prolonga em direções opostas e em comprimentos distintos. A extremidade mais curta do braço possui um contrapeso; na outra, o mecanismo de suspensão movimenta-se sobre um trole. A capacidade de carga aumenta à medida que o trole trabalha mais próximo da torre central.
Serviços portuários de carga e descarga de navios valem-se de diferentes equipamentos, especialmente destinados a trabalhos específicos. Contudo, um dos guindastes de emprego mais generalizado em docas é o que possui a lança conectada com um braço articulado, ou seja, o modelo mais conhecido como grua.
Outro tipo de guindaste comum nos portos é o de garra, especialmente projetado para a carga e descarga de material a granel. Sua lança assemelha-se a uma meia ponte que se projeta para fora do cais, permitindo que os navios atraquem embaixo do trole que conduz o mecanismo de suspensão da garra. Assim, a garra desce verticalmente até os porões das embarcações, recolhe e ergue o material. Depois, o trole leva a garra com o material para o interior do cais onde a carga é depositada.
Em estaleiros há guindastes com mais de 120 metros de altura que suspendem 1500 toneladas numa única operação. |
| Fotos de guindastes ferroviários portuários antigos - retirado na íntegra do site http://www.geocities.com/ferrovias_brasil/cds-guindaste.htm |
| C.D.S. Equipamentos |
| Guindastes ferroviários |
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| Rara fotografia tirada por Sergio Martire de um guindaste ferroviário bastante antigo do Porto de Santos. Notem seu tamanho em relação às galeras (gondolas) acopladas a ele. |
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| Guindaste ferroviário adaptado que serve no porto de Itatinga para carregar e descarregar pequenas cargas. Apesar da reforma que esse equipamento sofreu, percebe-se que deve ser o mesmo equipamento acima, por detalhes como o tipo da lança, sistema de cabos, plataforma e rodas raiadas. Foto gentilmente cedida por Kelso Medici |
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Outra foto do guindaste em itatinga, carregando uma galera da Codesp. Foto de Kelso Medici |
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Empresas de guindaste em alta |
25/09/2008
O setor de logística está rindo à toa no Vale do Itajaí. Com o crescimento da economia e os investimentos em obras de infra-estrutura e construção civil, empresas que trabalham com serviços de guindaste, transporte, terraplanagem e concretagem estão colhendo resultados para lá de positivos.
- Em 2008 estamos trabalhando cerca de 30% a mais do que no ano passado. Está realmente muito bom - conclui Eugênio Koehler, gerente da Guindastes Constâncio.
Este ano a empresa investiu R$ 4,5 milhões na compra de cinco novos equipamentos - dois guindastes, dois caminhões com guincho (muques) e uma retroescavadeira. A demanda por serviços é tão intensa que, em alguns casos, é preciso esperar uma semana por um dos equipamentos da empresa. Quatro deles trabalham na montagem da nova montanha russa do Beto Carrero World em Penha. As três usinas hidrelétricas que estão sendo construídas no Alto Vale do Itajaí - Salto Pilão, Ibirama e Angelina - também têm gerado grande demanda por serviços, assim como a indústria, que está se expandindo e precisa de equipamentos especializados para o transporte e instalação de novas máquinas.
Na MW Guindastes, a expansão dos negócios foi ainda maior. De acordo com um dos proprietários da empresa, Jair Luiz Maffei, o crescimento chegou a quase 50% na comparação de 2008 com 2007. Os investimentos em ampliação da frota também foram significativos e chegaram a R$ 5 milhões, o maior montante de recursos já aplicados pela empresa de uma só vez.
- Precisamos ampliar a frota para atender à demanda. Ainda assim, estamos operando no limite. O cenário é de fato animador - diz Maffei.
No caso da MW, a principal alavanca de crescimento tem sido os investimentos nos portos de Itajaí, Paranaguá e São Francisco do Sul, além do dinheiro aplicado pela Petrobras nos estaleiros da região. São todas obras que exigem equipamentos pesados para transporte e movimentação de peças e equipamentos.
Para as empresas de concretagem foi o boom da construção civil que permitiu um crescimento acelerado. Somente uma delas, a Max Mohr, comprou oito novos caminhões em 2008, ampliando em quase 10% sua capacidade. A empresa tem seis filiais no Litoral Norte, Vale do Itajaí e Vale do Itapocu, na região de Jaraguá do Sul.
- A construção civil, tanto industrial quanto residencial, tem gerado muita demanda por serviços - constata Ciro José Martins, diretor comercial da empresa.
Empresas investem em novos equipamentos
Empresas de menor porte do setor de logística também aproveitaram o rastro do crescimento econômico para expandir os negócios. Uma delas, que atua na cidade há nove anos, dobrou de tamanho em 2009.
- Tínhamos um caminhão equipado com muque, agora temos dois. O mercado está pedindo investimentos que aumentem a oferta de serviços na área - conta Sheila Pereira, proprietária da empresa.
Ela diz que o aquecimento da indústria e da construção civil, assim como as obras públicas, permitiram um crescimento de 30% em relação ao ano passado.
Quem trabalha com terraplanagem e escavação registra, da mesma forma, bons indicadores.
- A gente vem percebendo que nos últimos três anos tem aumentado bastante a procura por serviços - diz Aristides Ramos, agente administrativo de uma empresa blumenauense de terraplanagem.
Neste período, a empresa aumentou em cerca de 20% sua frota, que hoje conta com 20 veículos, entre retroescavadeiras, patrolas e caminhões. A construção civil e as obras de infra-estrutura consistem nas principais fontes de demanda pelos serviços oferecidos pela empresa.
Fonte: Jornal de Santa Catarina |
| 25/07/09 - Novo guindaste MHC chega ao porto de Itajaí e mais uma vez a empresa Transpi é contratada para auxiliar na montagem do MHC - Liebherr. |
O Porto Municipal de Itajaí, em Santa Catarina, recebe neste domingo, 27/7/08, o quarto guindaste de terra Mobile Harbor Crane, também conhecido como MHC

O investimento, feito através do Teconvi, arrendatário de parte do Porto de Itajaí, foi de, aproximadamente, 3,5 milhões de euros. O novo guindaste tem capacidade para movimentar até 30 contêineres por hora.
Com a chegada do quarto guindaste MHC, o Porto Municipal de Itajaí e o Teconvi poderão atender os navios, sem equipamento de bordo, atracados nos berços 3 e 4. Antes, somente as embarcações no berço 4 eram atendidas pelos guindastes MHC.
Novos equipamentos
Para o mês de agosto está prevista a chegada de mais sete Reach Stacker (foto acima, à direita), empilhadeiras de grande porte, com valor aproximado de US$ 750 mil cada uma. No total o Porto de Itajaí irá disponibilizar 24 empilhadeiras Reach Stacker para atendimento aos clientes.
Também para o mês de agosto está marcada a finalização dos trabalhos de preparação da infra-estrutura para funcionamento da Área C. A nova área irá ampliar em 22 mil metros quadrados o espaço para armazenagem de contêineres.
Até o final de 2008 entra em funcionamento o novo berço do Porto de Itajaí, ampliando a extensão do cais de 740 metros para um quilômetro e permitindo a atracação de até quatro navios.
A chegada de dois portêineres, equipamentos de alta performance na movimentação de contêineres, está prevista para abril de 2009
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